Sem manual,sem volta
Liberdade,aflição ao se balançar na corda bamba
Rasgando as frases que não foram ditas.
Equilibrando a sensatez a beira do precipício,
O amargo da loucura não vivida.
De seu quintal,seu coração se olha,se questiona...
Destinos que se confundem,
Se misturam entre cafés e vinhos baratos
Se perder assim,
Se inebriar nessa insensatez de amar.
Costuras com linha dupla as feridas,
Que teimam a assombrar o coração.
Correm de mão dadas,a colher as ilusões da vida
Sem novas guerras,sem novas expectativas.
Contraponto, contrassenso.
Coleciono momentos findos
Palavras de sonetos teus e minhas lembranças
E o infinito compreendido no universo do seu olhar
Pontes que se cruzam,
se aproximam a séculos de nós dois.