FÉRIAS COR DE ALEGRIA
Quando descia a serra
Abaixo avistava o mar
Na seda da vida a terra
Aos átomos, a se formar.
Na esperança de um dia vivo
E no final da tarde descansar,
Soltar a alma que eu cativo
Na paisagem do imaginar
Quando subia a serra
Levava o calor do descanso
Junto ao cheiro da terra
Com a alma livre e coração manso
Pronto para o retorno inevitável
Do dia-a-dia sem sal voltaria
Na casa vazia a estátua inefável
E a reminiscência das férias cor de alegria!
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Quando descia a serra
Abaixo avistava o mar
Na seda da vida a terra
Aos átomos, a se formar.
Na esperança de um dia vivo
E no final da tarde descansar,
Soltar a alma que eu cativo
Na paisagem do imaginar
Quando subia a serra
Levava o calor do descanso
Junto ao cheiro da terra
Com a alma livre e coração manso
Pronto para o retorno inevitável
Do dia-a-dia sem sal voltaria
Na casa vazia a estátua inefável
E a reminiscência das férias cor de alegria!
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