POESIA ESCULPIDA A CINZEL

 
Não sei escrever bonitinho
nem meus versos são  delicados;
os que esperam prodígios,
aviso: estão enganados.
 
Poetizo o dia a dia,
não uso favos de mel.
A linguagem, às vezes, é dura,
mas não se confunde com fel.
 
Busco alguma candura,
laçando estrelas no céu!
 
E nos laços estrelados,
no aconchego dos seus braços,
mais atrativo é o papel.
O verso flui com doçura
mudo conceito e estrutura,
poesia esculpida a cinzel.
 
Rogoldoni
08 08 2011

 
Rosângela de Souza Goldoni
Enviado por Rosângela de Souza Goldoni em 09/08/2011
Reeditado em 14/11/2012
Código do texto: T3148431
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