BELAS E FORMOSAS
(Sócrates Di Lima)
Um luar se abria
em meio de uma noite nublada e fria.,
A brisa gemia pelo vento
que cortava suas caldas.,
Era fim de inverno,
logo se sentia a primavera.
Era bela.,
fonte de perfumes
e toques suaves de beleza plena.,
Não eram helenas, nem madalenas.,
Eram pétalas de rosas, perfumando a vida.,
Era luz,
o amor em sintonia.,
Era Ela,
que mais parecia fantasia.,
Que surgia, numa boca de noite.,
Cor rosas...
Serena.,
Sorriso largo, alvo, feito neve.
Mulher feita.,
Sem pressa.
Mulher que traz na alma
um que de serenidade.,
E no olhar,
os segredos da beldade,
saltitam.,
Jeito menina moleca.,
Sapeca.,
sabe o que quer.
Traz na voz os sons da alma.,
na tez, beleza santa.,
que encanta.,
Faz palpitar a alma de quem vê.,
Mulher rebelde.,
E ao mesmo tempo equilibrada.,
Ponderada.,
de lábios dóceis no falar.,
Brilho de um olhar cristalino.,
Divino,
como só ela tem.
Ela, uma pássaro de fogo
que faz arder as entranhas
queima em chamas um jogo
De corpo em todas suas manhas...
E vem,
como numa passarela.,
Se é Ela,
talvez..,
Se é poesia,
quem sabe.,
São as duas,
corpo e alma,
em um só coração.
Que encantam.,
fascinam,
deslumbram.,
Mas que sobre tudo,
é mulher
e faz me inspirador,
trovador,
E, por certo.,
Sonhador