NAVEGANDO
(Sócrates Di Lima)
Numa tarde morna e serena,
Eu deixo minha alma soltar-se de meu corpo.,
Para que, na imensidão dos seus sonhos,
Eu Possa navegar ao encontro de sua alma.
Numa tarde como esta que vivo agora,
Encontro-me solto nos meus desejos.,
Esperando que você venha sem demora.,
Pois, necessito de seus abraços, seus beijos...
Na minha imaginação, navego pelas veias de seu corpo,
E sem hesitação, atravesso estreito, córrego, rio e mar.,
Buscando encontrar o caminho certo de seu coração,
Na esperança de fazer-me amado...
Encoste a sua cabeça ao travesseiro da vida.,
E, Deixa-me penetrar nesse seu mundo inusitado,
Deixa-me amá-la sem tempo e sem hora minha querida.,
Para que desse amor que tanto almejo, me torne abençoado.
Deixa-me navegar nos mares da sua vida...
Sem traves, sem redes, sem pontes e sem muro.,
Ao encontro do seu Sol, da sua Lua,
Deixa-me fazer de seu coração o meu porto seguro.