Lembranças

Que assombram

O ato da criação

Dos instantes eternizados a leitor

Um monumento as lentes mágicas

Faz sentido hoje ou não asasa

Esquecido e ignorado

Na contra partida do superficial

Como os autores de sua época

Renascidos numa nova eradw ilhós

De testemunha de outros sentidos

Quer fazer poesia e acaba na vala

Por uma situação do impossível

Acorda nas veias profundas

Com tom e força

Na interpretação do futuro

Acorda e da sentindo

A um olhos e coração mortas

Poeta ignorado em esquecido

Que narra a si mesmo

O Caldal da vida e arte

Que surge ao gritos

Nasce e morre na estilista esquecida

Obras de bronze

Ao seresteiro da noites eternas

Das fases ignoradas e morta

Sublime que consola arte nobre

Vive e revive verso esquecido

Valdecir Rezende de Souza
Enviado por Valdecir Rezende de Souza em 09/02/2025
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