Lembranças
Que assombram
O ato da criação
Dos instantes eternizados a leitor
Um monumento as lentes mágicas
Faz sentido hoje ou não asasa
Esquecido e ignorado
Na contra partida do superficial
Como os autores de sua época
Renascidos numa nova eradw ilhós
De testemunha de outros sentidos
Quer fazer poesia e acaba na vala
Por uma situação do impossível
Acorda nas veias profundas
Com tom e força
Na interpretação do futuro
Acorda e da sentindo
A um olhos e coração mortas
Poeta ignorado em esquecido
Que narra a si mesmo
O Caldal da vida e arte
Que surge ao gritos
Nasce e morre na estilista esquecida
Obras de bronze
Ao seresteiro da noites eternas
Das fases ignoradas e morta
Sublime que consola arte nobre
Vive e revive verso esquecido