Lungubre

Poeta morto

Na estrada de sua obra

Substrato da tecnologia capenga

De inteligência artificial

Morre nos espaço

Solitário na mesa escura

Saudade, um feito sem sentido

Uma cabeça vazia dos cancioneiros

Alaúdes e liras

Um feito de tempo e espaço

Perseguida e confusa no caos

Que respira e grita...

Obra de arte encaminho

Sou face escura e romântica

Da canção que enverga os limites

Escreve e descreve e reescreve

Túmulo apagado

Versos esquecidos...

Valdecir Rezende de Souza
Enviado por Valdecir Rezende de Souza em 20/01/2025
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