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Fim de tarde

Ah! Como sou complicado e não pego fogo,
sou instado a me simplificar, à guisa da paz,
para cada termo desse tempo que me refaz.
Sei que todos, também, fazem parte desse jogo...

Ah! Como as palavras soam difíceis quando maceram
o labirinto em que me sinto e onde acham as coisas por mim...
Mas eu também pago um duro aluguel pela vida,
longa ou curta, mas curtida...doída ou assim, assim...

Escorre a noite e o dia ainda pulsa na minha agenda...
As nuvens seguem devagar e eu divagando com tempo
morto sobre a vida e as minhas prendas...

"Vale a vida!?pois sim, mas vale também a ferida!"
Vale até a morte, se o Sol é o fim do dia, querida...
Ah! Não me espere para o jantar; hoje é dia de Happy-hour...
 
Eligio Moura
Enviado por Eligio Moura em 15/04/2019
Código do texto: T6624311
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Eligio Moura
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil
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Eligio Moura