Por quarenta e um anos, o fumo dançava,
uma sombra fiel, sempre a acompanhar.
Mas o corpo gritou, em silêncio clamava,
e a vida, incerta, começou a lutar.


Quinze dias na linha entre o agora e o fim,
o que parecia eterno, desmoronou enfim.
E então veio o renascer, a luz de um novo dia,
e  algo me  ergueu, como a força de uma ventania.


Hoje não é apenas sobrevivência, é glória,
Cada respiração celebra minha vitória.
Um inimigo imortal enfrentado com poder,
E no abraço da vida, há tanto a viver.

MariaIsabel
Enviado por MariaIsabel em 28/03/2025
Código do texto: T8296587
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