Pranto
Estou velho para sofrer,
Nem lágrimas para a alma lavar,
Escorre do meu rosto.
Essa dor cresce
Na memória
Do silêncio.
Sufoca o ar
Que respiro devagar.
A fé, duvidosa, alivia.
Mas o pranto não vem.
Estou velho para sofrer,
Nem lágrimas para a alma lavar,
Escorre do meu rosto.
Essa dor cresce
Na memória
Do silêncio.
Sufoca o ar
Que respiro devagar.
A fé, duvidosa, alivia.
Mas o pranto não vem.