Ainda não te tatuei, mas fiz confissão...
Vou interagir com teus versos
Num breve querer
Ou até quem sabe
Instante roubado...
À beira da confissão...
Apenas o amor...
Musicando ternura...
A mulher selvagem...
Por um sopro de primavera
Cala-me, assanha-me...
Te sonho, então...
Logo, será amanhecer...
Por certo, de certo,
Meus versos te encontrará!
Tarde que me namora...
Depois ao anoitecer
Dorme em mim...
És em mim... Lampejos...
Quando te Escuto...
A céu aberto...
Um Faz de conta...
Que conta nossa história!
Leve vento...
Sentimento sem tempo...
Sonata das flores...
Oceanos despertos...
Perfeita junção...
Foi assim, num início de tarde...
E lá, não mais voltaremos!
Gratidão, Poetisa, Marisa Costa!