Beira da calçada
Ela estava sentada na beira da calçada, observando as nuvens que se moviam devagar no céu azul. Seus pés balançavam no ar, e o mundo ao seu redor parecia distante, quase irreal. Com um galho na mão, desenhava figuras imaginárias na terra, como se tentasse dar forma aos seus pensamentos. Era um daqueles momentos em que o tempo parecia parar, onde tudo ao redor perdia importância, e só restava a imensidão do seu próprio silêncio. Ela não precisava de mais nada, apenas daquele instante de paz, em que tudo estava exatamente como deveria estar.