Calmaria

Ó mudez de paz, bela e plena!

Silêncio cheio de serenidade.

Remanso percorrendo a brisa amena,

Repouso que me dá tranquilidade.

És sem agitação, sem alarido,

Banindo do meu peito, o clamor.

Terror do escarcéu esbaforido,

És calma, és sublime, és amor.

És rútila canção inspiradora,

Que um dia um poeta escreveu.

És a fascinação mais duradoura,

Clarão de luz, que, o mundo, aqueceu.

Trouxeste em minha vida, a gentileza,

De ser um ser vivente e sem ais.

Trouxeste a calmaria e a beleza,

De ser poeta, bardo, e nada mais.

Valério Márcio
Enviado por Valério Márcio em 19/05/2023
Reeditado em 31/05/2023
Código do texto: T7792148
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