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Bem me quero

 
Ah! Bem me quero, bem me quero.
Antes de tudo me venero.
 Não é arrogância eu garanto.
Bem querer é encantador.
Certamente se assim não for,
como querer o outro, portanto?
 
Ah! Bem me quero, bem me quero.
Às vezes até exagero
nesse tal mantra que repito
a cada novo amanhecer.
E ao minha alma enaltecer
abre-me as portas do infinito.
 
Perdoe- me se o incomodar
esse delito de se amar
um amor tão puro e sincero,
mas não se pode dar  a alguém
aquilo que você não tem.
Ah! Bem me quero, bem me quero.
 
 

 
Esse poema eu criei semana passada  inspirada numa camiseta minha que por sinal é a da imagem. Primeiro amo, amo margaridas amarelas  ou bem me quer desde menininha e por isso comprei essa camiseta . Confesso também, induzida por um desafio de looks do Instagran onde eu deveria usar uma camiseta com escrita forte. Então eu vi essa camiseta e comprei na hora, porque além da imagem da margarida, trás a mensagem do quanto devemos nos querer. Bem, eu a fotografei e fiz essa montagem com moldura com carinho, porque vou lhes dizer, o bem querer a si mesmo é fundamental, pois se assim não for como podemos querer bem aos outros não é verdade? O mandamento de Jesus Cristo nos diz " Ame a teu próximo como a ti mesmo"  Se eu não me amo, não me quero, como amar o outro?  Mesmo quando estou pra baixo, estou feia, estou com raiva, eu não deixo de me amar. È bom a gente se amar. Houve um tempo até 2015 que, confesso, não me amava como amo hoje. foi o tempo que sofri com meu esposo alcoolatra. Depois participei do grupo de auto ajuda AMOR EXIGENTE e foi lá que aprendi a me amar.  Assim nasceu esse poema e espero que gostem. Eu justifico demais, mas gosto de ser assim, até porque cada poema que faço tem algo vivido. Nem sempre, mas na maioria é. Tenham um lindo dia e se queiram muito a si mesmos.
 



 


Interação do querido amigo e poeta  Trovador das Alterosas
 
BEM NEM QUERO
 
Sim, claro, também me quero
Se não quiser o que valho?
Notei a flor deste enfeite
Eu te querendo atrapalho?
Na margarida amarela
Depositei meu orvalho.
 
Me lembro dela num canto
Nem sei porque logo dela...
A quero como me quero
E não apenas por ser bela,
Mas por ver tão solitária
A margarida amarela.
 
Assim eu também me amo
É como amo a quem me quer
Se me amo já me compenso,
Pelo desdém que me vier...
E na rosa solitária,
Vejo um rosto de mulher

 
 
Olá trovador eu amei sua interação, versos muito lindos e garanto, sua inspiração gosta de ti sim, pois te inspirou esse belo poema. Obrigada. Valeu a interação.   
 

 
Sonia de Fátima Machado Silva
Enviado por Sonia de Fátima Machado Silva em 09/02/2021
Reeditado em 13/02/2021
Código do texto: T7180226
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre a autora
Sonia de Fátima Machado Silva
Coromandel - Minas Gerais - Brasil, 57 anos
1341 textos (58351 leituras)
13 áudios (691 audições)
2 e-livros (150 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 14/04/21 20:26)
Sonia de Fátima Machado Silva

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