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SOBRETUDO EM FRENTE

     Há muitos precipícios no ato de não se julgar bom, belo... Muitas coisas se têm também de terminar em vão, ou de ao menos nem começar! Espera-se muito no pequeno espaço entre vida e morte. Para então ser feliz, ser autêntico.

     Camadas, profundidades e proporções, se entra física e química; de muitos, se tem pouquíssimos. Devido aos padrões, ao aquisitivo, revela-se um novo momento onde se quer chegar tão perto... Mesmo distante e parado gosto da regra de ir, sobretudo em frente.

     E há de se enfrentar ou não toda a soberania dos corpos, dos gostos e da dualidade; brindando seus copos em corpos. Vazios de alma, inglórios de conteúdo, e inegáveis de assuntos. Se não há prazer nesse mundo, o que mais posso desejar...

     Nesse sopro inicial e final, isso se não o rastejar angustiante em que falar é calar; e gritar é disputar espaço porque o quieto é obsoleto. Sejamos livres de espírito ou sigamos sem nem ao menos apreciar o contentamento.
JOÃO VICTOR FILGUEIRA e Marilu Nunes Rocha
Enviado por JOÃO VICTOR FILGUEIRA em 14/08/2019
Código do texto: T6719870
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
JOÃO VICTOR FILGUEIRA
Ribeirão Pires - São Paulo - Brasil, 23 anos
54 textos (4027 leituras)
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JOÃO VICTOR FILGUEIRA