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Homem comum

Hoje o dia amanheceu morno. O meu olhar focando afazeres e minha mente voando no ébano da solidão. Minha respiração sai dolorida enquanto movo minhas raízes para sair e viver. Ou morrer. Não se o que há lá fora. Não sei o que não há. Não sei se algo vai mudar. Quero ser especial. Especial para mim, para o meu sol, para a minha história, para quem me dedico. E me dedico ao mundo! Permaneço sozinho velejando em mares de ideias e sonhos os quais teimo em sepultar, mas jamais deixo de visitar. Porém o dia não amanheceu morno, erro meu. Só não é possível viver em chamas alvejado pelas almas frias dos desejos mortos sem perceber que você é só mais um. Comum.
Pedro Henrique Miranda
Enviado por Pedro Henrique Miranda em 30/07/2019
Reeditado em 30/07/2019
Código do texto: T6708219
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Pedro Henrique Miranda
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 32 anos
37 textos (1799 leituras)
1 áudios (45 audições)
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Pedro Henrique Miranda