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"NO RASTRO DA FOME"

NO RASTRO DA FOME
PERDI O MEU NOME
NO JULGO DOS HOME
NÃO SEI MAIS CANTAR.

MAMÃE ME DEIXOU
SEM RUMO E SEM COBRE
E O FIO DO POBRE
NÃO PODE ESTUDAR.

SE ÀS VEZES ME PEGO
A PENSAR NAS MUDANÇAS
TENHO GRANDE ESPERAÇA
DE TER O MEU LAR.

POIS VIVO PENANDO
EM TERRAS ALHEIAS
COM MEDO QUE OS DONOS
QUEIRAM ME ESPULSAR.

SE DE DIA TRABALHO
SOB UM SOL ESCALDANTE
COMO UM AMBULANTE
PRA LÁ E PRA CÁ,

É PORQUE APRENDI QUE O MUNDO
É A ESCOLA DA VIDA.
E ASSIM COMO AS FORMIGAS
EU NÃO POSSO PARAR.
         
   Antonio Cristiano Pereira
Antonio Cristiano
Enviado por Antonio Cristiano em 04/12/2016
Código do texto: T5843474
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Antonio Cristiano
Quixeramobim - Ceará - Brasil, 41 anos
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Antonio Cristiano