o vis iv

o que viveu

minha pele

sente o

que eu já vivi,

o que viveu

eminha pele

de plebeu,

quantas pratas

vale esse jargão,

assamos nossas

barcas nesse marasmo,

abrimos no tempo

esse lugar assombroso,

gilete, torpedo

fluor no deserto do medo,

risco desolado no esboramento

do solo, vidas seguem banguelas,

tormenta que ninguém acreditaria,

fechar

abrir,

estar

sentir

tudo faz parte do todo

a poesia rema seu destino

sua luz acende os que seguem

suas pistas

Alex Ferraz Silva
Enviado por Alex Ferraz Silva em 28/08/2016
Código do texto: T5743108
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