Ouvi a lua dizendo bom dia,
Orvalho nos cílios.
Os lírios da alma plantados nos sonhos,
A mão sustentada por um coração.
 
Ora, que seja o chistoso destino brincando com a vida!
 
O alarido dos pássaros cantantes
Sobre os galhos da árvore frondosa.
Misericórdia para os joelhos castigados
Dobrados diante da bela rosa.
 
Noite, que misteriosos versos te resguardam
Das luzes que virão depois?
Teus passos acompanham rimas
Que realçam o teu esplendor.
 
Talvez seja o amor cultivando o tempo
No renascer perene da poesia.
MARIO SERGIO SOUZA ANDRADE
Enviado por MARIO SERGIO SOUZA ANDRADE em 03/07/2016
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