Eu
Abraço a vibrante natureza
Com meus braços molhados de suor
Olhos vendados por uma negra cortina
Retina fechada em vítreo aberto
Abraço a montanha que me rodeia
Percebo a imensidão que ela representa
Seguro firme na lua crescente
Ouço o cantar de um pássaro faceiro
Ajoelho-me para pedir perdão
Agarro-me com a sorte tão gentil
Canto uma canção bonita
Que fala de amor à vida
Ouço o estrondo do trovão
O relampear me deixa amedrontado
Corro pela extrema direita
Ando descalço para sentir a frieza do chão
Sou um exímio observador
Visto o fardão da fidelidade
Rechaço atenuantes que possam me prejudicar
Ponho em mim as vestes da prudência
Faço uma oração consensual
Encho meu peito de orgulho
Arregaço as mangas para dignificar meu trabalho
Impulsionado por razões que favoreçam o obvio
Encaro tudo com sensatez
Para evitar conflitos ou complicações
Folheio a cartilha do anedotário
Um sonho que revela:
A esperança não está perdida.
Abraço a vibrante natureza
Com meus braços molhados de suor
Olhos vendados por uma negra cortina
Retina fechada em vítreo aberto
Abraço a montanha que me rodeia
Percebo a imensidão que ela representa
Seguro firme na lua crescente
Ouço o cantar de um pássaro faceiro
Ajoelho-me para pedir perdão
Agarro-me com a sorte tão gentil
Canto uma canção bonita
Que fala de amor à vida
Ouço o estrondo do trovão
O relampear me deixa amedrontado
Corro pela extrema direita
Ando descalço para sentir a frieza do chão
Sou um exímio observador
Visto o fardão da fidelidade
Rechaço atenuantes que possam me prejudicar
Ponho em mim as vestes da prudência
Faço uma oração consensual
Encho meu peito de orgulho
Arregaço as mangas para dignificar meu trabalho
Impulsionado por razões que favoreçam o obvio
Encaro tudo com sensatez
Para evitar conflitos ou complicações
Folheio a cartilha do anedotário
Um sonho que revela:
A esperança não está perdida.