METRÓPOLE
METRÓPOLE
Um burburinho que não cessa
Atravessa
As ruas da metrópole
Necrópole
Do sussurro, da paz
Que se desfaz
Em cada canto
Em cada esquina
Em cada pranto
Em cada buzina
Na balada
Desembalada
Que sofregamente
Mente
Que a vida
É assim
Para ser vivida
Sem tempo para perder
Olhando sem ver
Quem passa
Com graça ou desgraça
A passos corridos
Doidos varridos
Que atropelam
Pelam
Queimados pela chama
Que se chama
Insensatez