Incompletude
O vazio... Essa sensação de impossível
Não dá trégua, insiste, reluta, mas, na felicidade não crê
Reconstrói sonhos idos na intenção de algo preencher.
Nada quer dar por perdido
As suas esperanças voam, bem antes do amanhecer.
E a vida pulsa, reluta em não dar-se por morta
Mostra o medo, medo de ver o seu sonho fenecer.
Medo do reflexo do nada diante do espelho
Medo de não ver aberta a porta.
Medo das verdades que tateia... Medo de mudo permanecer.
Passeia de mãos dadas com o amor em sua ilusão
Com medo de saber-se findo, matando aos poucos o coração.
Medo de palavras fortes
Medo dessa incompletude
Medo sobretudo, de uma vida inteira sem você.
Liduina do Nascimento
O vazio... Essa sensação de impossível
Não dá trégua, insiste, reluta, mas, na felicidade não crê
Reconstrói sonhos idos na intenção de algo preencher.
Nada quer dar por perdido
As suas esperanças voam, bem antes do amanhecer.
E a vida pulsa, reluta em não dar-se por morta
Mostra o medo, medo de ver o seu sonho fenecer.
Medo do reflexo do nada diante do espelho
Medo de não ver aberta a porta.
Medo das verdades que tateia... Medo de mudo permanecer.
Passeia de mãos dadas com o amor em sua ilusão
Com medo de saber-se findo, matando aos poucos o coração.
Medo de palavras fortes
Medo dessa incompletude
Medo sobretudo, de uma vida inteira sem você.
Liduina do Nascimento