Finja que não me ouve
Não me vê, não me quer
Finja, continue fugindo
E à noite me procura, angustia com a minha falta
E quando eu parar de procurar?
E quando eu parar de falar?
Fez tanto doce
E quando o doce começar a desandar?
Eu tenho limites
Aprendi a gostar de quem gosta de mim
E pra mártir, mesmo com dom, eu não estou afim
Fui e se quiser que eu fique
Fique esperta.
Porque minha paixão pode não aguentar.
"Às vezes faço o que quero
Às vezes faço o que tenho que fazer"
valdirfilosofia
Enviado por valdirfilosofia em 06/04/2014
Código do texto: T4758553
Classificação de conteúdo: seguro
Copyright © 2014. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.