LUZ DO DESTINO

Vejo entrar na janela

Do sol a luz amarela

Minha alma a iluminar

À noite debruço-me nela

Atento como um sentinela

Contemplo a luz do luar

Estrelas que ao dia não vejo

São como ocultos desejos

Que afloram ao anoitecer

Agora brilhantes cintilam

Os nobres desejos humilham

Se apagam no amanhecer

Um templo de vãs fantasias

Repleto de almas vazias

Buscando em si uma razão

Conflitos entre sentimentos

Revelam confusos momentos

De luz ou de escuridão

A luz porém não se apaga

Por ela o amor se propaga

Aos olhos dos que querem ver

Assim encontram o caminho

Escrevem seu próprio destino

Nas linhas de um bem querer

Antonio Carlos Duarte
Enviado por Antonio Carlos Duarte em 06/01/2014
Código do texto: T4638278
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