céus

Fostes azul quando soprei meus ventos

em tuas vestes brancas.

Fostes raso como lagrimas de olhos sonolentos

nos dias turvos, trazendo lembranças.

Nada mais importava quando passava dentre seus véus,

solitariamente me perdia em sua imensidão.

Não ha nada mais belo que o céus,

na perdição dos meus sonhos meus olhos me levam a sua visão...

céus e céus o lar do meu coração.

Carlos de Morais
Enviado por Carlos de Morais em 15/04/2012
Reeditado em 26/05/2012
Código do texto: T3614748
Copyright © 2012. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.