Liberta*
hoje me chamo estrela
e o brilho absurdo das dores
pontiagudas têmporas
levam-me até o não sei
num doce e solitário vai e vem...
hoje me chamo estrela
e por um instante sublime
sou parte de um céu de sorriso
de um beijo de olhares
de um verso íntimo e inquietante
que me impele ao ser infinito...
hoje sou estrela
e apenas amo e vivo.
Karinna*