Amor involuntário

Olhar discreto e fixado,

Deslocam estradas curiosas e sinuosas.

Entregando concessões voluntárias,

Que ampliam a facilidades.

O toque no cravo ou numa rosa,

O ouvir do bem-te-vi ou do cardeal,

O observar do galope do cavalo,

A companhia do vizinho a padaria.

É sinal do próprio bem.

Que domina e afasta irregularidades,

Contemplando proveitos minuciosos.

E que explana,

Doações sem retornos.

Culpa do amor involuntário.

Veronica Ribeiro
Enviado por Veronica Ribeiro em 27/06/2010
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