DOR DA MORTE
Entre as tristezas da vida
A que mais me dói
É a tristeza da morte
A certeza da carne vencida
Pelo espírito que corroe
Até o mais puro, o mais forte.
Mas nada se perde com a dor
O que dói, passa
O que não passa é a certeza
De viver a saudade com amagor
A saudade que apenas disfarça
O nosso dia com rudeza.
Mas o que é a vida
E o vazio maldito
Que sentimos ao perdê-la?
Será apenas uma etapa sofrida
Marcada pelo medo infinito
E não podemos detê-la?
E a vida se vai, serena
E a morte povoa o seu lugar
E a dor dilacera
Das almas, até a mais pequena
Nada há para consolar
E encher o vazio, ah! Eu quizera!
Entre as tristezas da vida
A que mais me dói
É a tristeza da morte
A certeza da carne vencida
Pelo espírito que corroe
Até o mais puro, o mais forte.
Mas nada se perde com a dor
O que dói, passa
O que não passa é a certeza
De viver a saudade com amagor
A saudade que apenas disfarça
O nosso dia com rudeza.
Mas o que é a vida
E o vazio maldito
Que sentimos ao perdê-la?
Será apenas uma etapa sofrida
Marcada pelo medo infinito
E não podemos detê-la?
E a vida se vai, serena
E a morte povoa o seu lugar
E a dor dilacera
Das almas, até a mais pequena
Nada há para consolar
E encher o vazio, ah! Eu quizera!