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Alma minha

Qual revolto mar, singrar alma minha
Por mais gentil que seja a de outro Ser
De lusitana terra reviver
O cantar de um amor... partiste! Triste!

Ora também direis... ouvir estrelas
Onde ruflar de asas compreender
Todo enigma sem o senso perder
O vil corporal em vis corruptelas

Navegar é preciso, não o viver
As agruras de uma prisão incapaz
De jornada nossos sonhos reter

Nobre viajante, deixar o Norte
Deixar Camões, Bilac, Pessoa... em paz
Além, nossos leitos rumar... à Morte?

Que venha... Vida minha... Alma minha.
Lume de Antão
Enviado por Lume de Antão em 26/12/2018
Código do texto: T6535758
Classificação de conteúdo: seguro


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Sobre o autor
Lume de Antão
Guarulhos - São Paulo - Brasil, 52 anos
102 textos (2199 leituras)
1 e-livros (80 leituras)
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Lume de Antão