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PODRES PODERES

PODRES PODERES

Poderes, que, perecem podres.
Parecem remendos em velhos odres.
Rompem-se de tanta vergonha
Ao limiar das novas consciências.
Panos velhos sujos de langonha!

Podres poderes de velhos seres.
Vestem-se sem ética e moral.
Corrupção são seus afazeres!
Oportuno é o caminho eleitoral!

Podres poderes pelo povo concedido!
Nas urnas sinistras, suas conquistas...
Com votos incautos julgam-se arautos!
Da moralidade e honestidade não deixam pistas!

Poderes pobres e podres!...
Pobre povo a mercê dos poderes!
Sem autoridade e representatividade!
Apaniguados poderes no bunker
Intocáveis... De foro privilegiado
Conduzem o gado amestrado!

Jose Alfredo

alfredoliterario
Enviado por alfredoliterario em 03/06/2018
Código do texto: T6354423
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Sobre o autor
alfredoliterario
Lorena - São Paulo - Brasil, 73 anos
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