A TRAGÉDIA DO POETA

Morte de poeta, sangue de poeta;

Eis um espirito de um poeta morto,

Estirado sobre seu antigo ser, ali no chão...

O que ele pensava quando se abraçava em luto?

Eis o espirito perfeito de um poeta imperfeito que jaz ali,

Morto no chão.

Morte de poeta....

Eis um poeta que desejava amar acima das

Montanhas de sua nação;

Sangue de poeta....

Eis um espirito que ali estava de luto pelo auto-amor

Perdido entre as águas vermelhas.

Amor de poeta...

Um veneno que se deve beber com moderação;

Ali jaz um espirito em luto pelo seu corpo amado

Perdido em dor.

Morte de poeta, sangue de poeta,

Que tragédia do século dos séculos...

L P Santos
Enviado por L P Santos em 11/11/2016
Código do texto: T5820061
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