Desdita ...

(...)

À boca gélida eu grito

todas as desilusões que se deitam

em quaisquer parapeitos das janelas ...

Vendo as dores que se mutilam

e dos andores em procissão

por àqueles que morrem; nascem

e jamais renascerão ...

E nessa vida a desdita regurgita

o vômito azedo dos anfitriões:

Os cavalheiros que roubam a nossa centelha;

- esperança de louva-a-deus em vão ...

E a Esfinge se decifra enquanto nos devora,

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The xx - Chained

Kathmandu
Enviado por Kathmandu em 17/12/2015
Código do texto: T5483009
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