A CANÇÃO DAS ESTRELAS

Sob o céu, há o caos,

o transitar de astros, invisível.

O vento roça a pele

como um solo de violino,

erguendo memórias.

A escuridão toca os olhos com dedos de veludo.

Ali, entre uma estrela e outra, está o que fui.

Tudo é leve como o desejo,

e eterno como a ausência.

Eros Poético
Enviado por Eros Poético em 25/02/2025
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