A CANÇÃO DAS ESTRELAS
Sob o céu, há o caos,
o transitar de astros, invisível.
O vento roça a pele
como um solo de violino,
erguendo memórias.
A escuridão toca os olhos com dedos de veludo.
Ali, entre uma estrela e outra, está o que fui.
Tudo é leve como o desejo,
e eterno como a ausência.