Sujos...

Sujos...

Lambuzados...

Azarados...

Largados com suas feridas...

Ao relento do desalento...

Pela escuridão da noite...

Seus dias se perderam...

E enobreceram...

Seus opressores em gritos de dores...

Pediram por favor...

Diante o poder dos cassetetes...

Que fez tietes...

Perante as piriguetes...

Queriam uma baguete...

Mas viraram, espaguete...

Sujos...

Sem lambujos...

Cujo a, violência...

É a falta de consciência...

De caracteres desumanos...

Longe de um caráter humano...

Higienizando a dor...

Com muito rancor...

No torpor do pobre...

zaccaz
Enviado por zaccaz em 10/05/2021
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