"Não consigo em silencio, meu lamento adiar!"
Aceita agora a minha pobre solidariedade
Que ouso humilde manifestar-te, finalmente
Após tão vil e devastadora maldade !
Nestas palavras, sem qualquer vaidade
Tento expressar com gesto e lealmente
O que me despertou nesta vil realidade!
Comparo um pouco a minha à tua sorte
Numa luta sem tréguas a vencer dia a dia
Somos seres humanos de frágeis portes!
Em pranto desabafamos a nossa dor forte!
E, se acaso admitires eu te faço companhia
Sofro sem merecer pelos que não têm sorte!
Não consigo em silencio, meu lamento adiar
Quanto desejo ver grande mudança de valia
Neste país que o bom Deus nos deu pra morar!
Aceita agora a minha pobre solidariedade
Que ouso humilde manifestar-te, finalmente
Após tão vil e devastadora maldade !
Nestas palavras, sem qualquer vaidade
Tento expressar com gesto e lealmente
O que me despertou nesta vil realidade!
Comparo um pouco a minha à tua sorte
Numa luta sem tréguas a vencer dia a dia
Somos seres humanos de frágeis portes!
Em pranto desabafamos a nossa dor forte!
E, se acaso admitires eu te faço companhia
Sofro sem merecer pelos que não têm sorte!
Não consigo em silencio, meu lamento adiar
Quanto desejo ver grande mudança de valia
Neste país que o bom Deus nos deu pra morar!