ANSIEDADE, VIDA EM RISCO

Coração a palpitar.

Pensamento acelerado.

A dor invadindo, de uma hora pra outra.

Desespero bate, e não sabemos de onde vem tanta dor.

Abrindo o peito, como um furacão

Destruindo a alma.

É essa tal ansiedade.

Doença da alma, que nos destrói todo.

Ela não escolhe pessoas.

Pode ser rico ou pobre.

Branco ou preto.

Crianças ou pessoas de idade.

No silencioso da noite

Ela vem como borboletas que invade

As ruas da alma.

Em um labirinto alma se perde.

Em um beco sem saída.

Lágrimas vem como um temporal de emoções.

Alma em chama, como se fosse um inferno

Que nos queima em um sofrimento tremendo.

E as borboletas, em frenesi,

Atraídas pela chama, buscam a luz,

Em um voo cego, se desfazem em cinzas,

Um holocausto da alma, em busca da paz que finda.

Em um deserto da alma, ou você continua andando em círculos, ou para, se ajoelha e clama a Deus para te curar.

Ninguém sabe o que é sentir a dor da ansiedade.

Só quem sentiu ou sente.

Não é frescura, como algumas ignorantes pessoas falam.

É como se perdêssemos a sintonia com a alma

Ou como se a alma estivesse perdida.

Sem razão para viver.

Ansiedade, vida em risco.

Deserto da alma, a clamar,

Ajoelhar, a Deus buscar,

Cura encontrar, a paz alcançar,

Da ansiedade, se libertar.

Gilson Cesário
Enviado por Gilson Cesário em 16/03/2025
Reeditado em 16/03/2025
Código do texto: T8286538
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