"Coração endurecido, pedra fria, trilhos de memórias, cicatrizes sombrias,
amor perdido, distante, esquivo, em um mar de saudade, eu vivo.
Solidão, minha companheira constante, nas ondas, um desejo, um semblante,
no brilho fugaz das estrelas, procuro por respostas, nelas.
Casas rústicas, histórias esculpidas, vejo nas paredes, vidas perdidas,
veleiros vagam, solitários no mar, em busca de um amor, que não podem encontrar.
Flores desabrocham, mas murcham com o tempo, no jardim da alma, não há alento, um coração que não pode mais amar, sonha com um mundo que não pode alcançar.
E assim sigo, entre a brisa e a solidão, esperança distante, um eco na imensidão,
em um véu de tristeza, navego, coração endurecido, mas sempre fiel ao meu preceito!"