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Confusa

Alguém sabe onde fica o fim do infinito?
Busco em cada sonho o seu olhar como o cientista busca em cada teoria falho a resolução do milagre.

Todos buscam um amor!
Todos buscam?
Existe alguém que realmente não está nem aí para ser amado?
Quem não quer ser embalado na rede cheirando ou tomando um cheiro no cangote?
Tenho fobia de lugares confinados, nem sei se eu gostaria de ficar na rede, apertada, sem espaço, sei lá.

Mas pense nos mimos em dia dos namorados, uma caneca com nossa primeira foto juntos, daquelas bem bonita que fica na estante empoeirando e perdendo a cor a cada ano que passa, que horror!

Quem sou eu?
Que tipo de pessoa eu sou que só penso em problematizar os futuros amores que virão?

Acho que é melhor me manter aqui, sentada no sofá comendo o meu pote de sorvete napolitano de colher, quando a falta de um amor surgir, tenho ao meu alcance o meu travesseiro, ele adora ser abraçado...

A única coisa ruim dessa história é que eu também amo ser abraçada.
Adilio Roza
Enviado por Adilio Roza em 14/10/2019
Código do texto: T6769732
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Adilio Roza
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 34 anos
48 textos (319 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 09/12/19 14:37)
Adilio Roza