A Barca de Caronte
A revoada acontece
Olha ao redor e está só
Um filete de sangue escorre
Pelo canto dos lábios
Solidão mórbida
Agora, o silencio tétrico.
A voz , da garganta não sai
Pálpebras pesadas apenas...
A Lua invade o quarto
Pela janela entreaberta
O frio gélido vai tomando conta dos ossos
Ouve apenas um último sussurro
Adeus!