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Ampulheta.....

Estou mais uma vez ,
a me olhar no espelho,
confesso não consigo mais me ver,
procurando ainda estou,
pois não sei onde fiquei,
onde foi que eu parei.
Minha face esta mudada,
meu amor tão dividido,
minha sombra tão apagada,
me faz perguntar, cadê  você,
menina sombra perna e cintura fina,
cadê  você minha menina.?....
No que eu ainda posso crer,
o que mais eu tenho que aprender,
não sei se estou agora vivendo, .
ou já estou morrendo.
No etéreo  os meus pensamentos,
são como os ventos,
batem no muro e voltam para mim,
não controlo mais os momentos,
enquanto a ampulheta trabalha,
em velocidade e muito depressa,
e marca sem dó  o velho tempo,
o que passou e o que começa.
Então com tudo que tenho ainda,
de melhor guardada  em mim,
eu grito, luto e pergunto.
Em que eu ainda posso crer.
O que eu ainda posso ser,
quando outra vez eu , outra vez crescer....






April
Enviado por April em 22/04/2018
Código do texto: T6315993
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
April
São José dos Campos - São Paulo - Brasil, 70 anos
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