IMPERTINÊNCIA

Meu lado oposto do rosto,

que fazes teu rosto calar.

Meu eu, só meu..

A impertinência do teu gritar.

Teus ditos malditos,

Minha essência a resmungar...

Na embarcação de ideias; epopeias

Eu, você e o manjar.

Escolhes comida quente, fervente...

Eu frio a degustar.

Que dizes a meus ouvidos; não rendidos?

Morra teu pensar!

Não morro, concorro...

Com a impertinência do teu olhar

Felipêncio Júnior
Enviado por Felipêncio Júnior em 04/10/2016
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