Mantenedora.

E pouco a pouco, o sofrimento.

Quem dera, se fôssemos, violeta.

O rio, teria, nossas desilusões.

Desperta o ódio dos querubins.

Olga no ventre de alexandrina"

Quando, abrilhantamos, invasão,

O poder, nos atrai de satisfação.

Teus recados, vão e nos vem, abalantes.

Quando de repente o tempo, melindra,

E no peso, de diva mantenedora;

O primor com insensatas ganâncias.

Sucumba alívios, quando teimarmos.

Querendo, seus conselhos de dama.

Regrando nossas promessas oscitantes.

Ednaldo Santos
Enviado por Ednaldo Santos em 28/08/2016
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