Querer!

Ao despertar do querer emarranhado de sentidos, deixe partir esta intrigante teoria de que já e ainda não.

Remexe o soluço do vento...e se dissolverá os pensamentos mais nobres.

Teus delicados suspiros envolverão os que te cercam.

E as onze horas de tuas janelas serão convite para os que passam.

Acende velas e contempla o arder da chama que consome até o não existir.

São divinas as mãos agradecidas que se tocam!

Zelo nunca é demasiado para os que seguem o querer do tempo.

E amor é isso, moço!

Edione Mercês
Enviado por Edione Mercês em 27/01/2016
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