ESPIRROS POÉTICOS II

Não sei de onde vem essa urgência
Para transcrever meus sentimentos, no papel.
Parece até que um espírito lê a minha essência,
E guia-me, soprando-me versos ao léu.
 
É como um espirro... patético e incontrolável.
Vou escrevendo, célere, espirrando poesias,
Seguindo, arrebatada, um instinto inexplicável
E, em qualquer lugar, derramo minhas fantasias.
 
Às vezes, em gavetas, guardo os meus escritos...
Às vezes os perco, por aí, em um canto qualquer...
Mas o importante é que extravaso, libero os meus gritos,
Dizendo tudo o que sinto... Tudo o que à mente me vier. 



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Luna Mia
Enviado por Luna Mia em 30/09/2014
Reeditado em 29/07/2018
Código do texto: T4981628
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