O SEGREDO QUE NÃO SE PODE CONTAR.

Para que tudo se torne coesivo, é preciso um motivo mesmo por especulação, e esta comprovação de coisas e fatos, não se faça por um hiato impressivo, nem seja imperativo no que for por comunicação. Venha por este caminho que pode ser feito com uma nova visão, ou um automático paraíso de prazer evolutivo, pois é como acender a luz de um trovão, e tatear as estrelas com a minha canção.

O que te faz nutrir de esperança? O que o teu olhar alcança? O contentamento de uma criança? Ou um jardim a florir? É como cinzelar lembranças em nossa memória, concitar as promessas feitas por dedicatória, e apor toda a confiança na vitória. E é assim que se pode espraiar por um conjunto de argumentos, sem deixar um fragmento de alegação, qualquer que seja a inspecção a nossa história.

E que loucura pode ser mais aprofundada do que dizer adeus? É como atiçar um fogo sempre que falamos palavras desperdiçadas, e quando todas as medidas, seja de prazer ou na dor, já estejam em suas mãos, do segredo que não se pode contar, para que todos possam aprender uma lição, e as palavras que escolho é a expressão da minha liberdade, com as suas exceções.

Penso no que eu sei dos limites de nascer através de um ramo de oliva, e nas Fronteiras de fumaça que se encortinam de perspectiva, dentro daquilo que se consegue fazer ao seu modo em alternativa, e é ai que você decide ser analisado e sintetizado, sem ficar um tanto perdido e confuso, até condescender um desejo velado, e se tornar pragmatizado.

Marcus Paes
Enviado por Marcus Paes em 16/08/2014
Reeditado em 29/06/2018
Código do texto: T4924624
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