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Incandescência

Foram-se todos os amigos, repousa agora
Entre o frio que lhe congela a alma; quente
Teor das incandescentes  palavras; vigora
Víbora vil e indecente, veneno de serpente

Aflora, é noite, e a escuridão arrepia a pele
O medo dos pesadelos  constantes, o fato
De lhe  roubarem o  sono, desperta a sede
E faz com que pés se arrastem pelo quarto

É tarde, o verão virá no horário de domingo
Tentando aquecer  as tardes  de primavera
O inverno ainda é covarde, respinga pingos
De frio, de saudade, de realidade e quimera.
Meri Viero
Enviado por Meri Viero em 01/11/2018
Código do texto: T6491457
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Meri Viero
Guarapuava - Paraná - Brasil
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Meri Viero