FANTASMA APAIXONADO...
Volto à doce lembrança do passado
Esquecida, totalmente do presente
E o meu futuro, deixei agora, de lado
Arrastando os pés, vivo tão ausente...
Trago na lembrança, somente a ilusão
De um amor sonhado, nunca vivido
E, pergunto confusa: era amor ou paixão?
Não foi amor. Nem foi bom! Foi sofrido...
Tão pouco tempo que ficastes comigo
Fora pouco! O suficiente para te amar
E, ao partires levando mi'alma contigo
Fiquei tão vazia; triste Zumbi a vagar...
Morta viva, esperando o fim para voltar
Estar invisivel para sempre ao teu lado
Terás calafrios, cada vez que te abraçar
Ao tornar-me, teu fantasma apaixonado...
SÃO ETERNAS AS VIVENCIAS NATURAIS.
Miguel Jacó.
São eternas as vivencias naturais,
Onde as lamas se encontram aliadas,
Nem o tempo as pagam os eventos,
Encantados pela forma a emoldurar-se.
As distinções dos afetos vivenciados,
São alheios aos juízos em formatos,
Quase sempre alegamos prejuízos,
Pelos encantos de fato,desvirtuados.
Inexorável é a sensação do tempo,
As gotículas de paixões em relevância,
Cada gesto traz seu comprometimento,
E as amarguras parecem fazer alianças.
As energias submergem por inércia,
Não morreram pois a vida é infinita,
Quando inflamadas reagem com esmero,
E as emoções novamente nos habitam.
Boa noite Nana Okida, seus versos ficaram encantadores nesta sua forma eloqüente de narrar as sensações horripilantes que sente a sua personagem ao contabilizar uma afetividade liquidada, parabens pelo seu instigante poema, MJ.
Obrigada mestre Miguel, pela forma suave e sábia com que conduzistes esta belíssima interação.
Miguel Jacó.
São eternas as vivencias naturais,
Onde as lamas se encontram aliadas,
Nem o tempo as pagam os eventos,
Encantados pela forma a emoldurar-se.
As distinções dos afetos vivenciados,
São alheios aos juízos em formatos,
Quase sempre alegamos prejuízos,
Pelos encantos de fato,desvirtuados.
Inexorável é a sensação do tempo,
As gotículas de paixões em relevância,
Cada gesto traz seu comprometimento,
E as amarguras parecem fazer alianças.
As energias submergem por inércia,
Não morreram pois a vida é infinita,
Quando inflamadas reagem com esmero,
E as emoções novamente nos habitam.
Boa noite Nana Okida, seus versos ficaram encantadores nesta sua forma eloqüente de narrar as sensações horripilantes que sente a sua personagem ao contabilizar uma afetividade liquidada, parabens pelo seu instigante poema, MJ.
Obrigada mestre Miguel, pela forma suave e sábia com que conduzistes esta belíssima interação.