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Versus cuspindo versos

No meu mundo
Turvo a blasfémia é o contéudo
Na hora de me enterrar

Eu já não conheço a primavera
Que me jogou em todo lugar
Nada disso é infinito

A areia é sem fim
Porque não sabemos
Terminar ou começar
Onde iremos pirar

Se o desnumbre fosse algo bom
Todos seriamos estrelas
E porque todos nós não somos estrelas
Se cada um brilha na sua constelação

É um mundo sem visão
Onde o grito só nos seduz
Se ecoando num sonho fútil
Que o significado é inútil
A todas as médias que conduz

O céu tem o sentido
E o vento uma direção
São coisas tão grandes
Que o limite nos tornam
As areias do mar insignificantes


Soprando o tempo
Tudo no passado
Fica guardado
Pelo pedaço
Espalhado

O começo
É um infinito
Pois tudo é um limite
Meu coração é o limite
Minha vida é o limite
O tempo é o limite
Tudo é o limite do começo
Á alma é barata
Enviado por Á alma é barata em 14/05/2010
Código do texto: T2257234

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Sobre o autor
Á alma é barata
Suzano - São Paulo - Brasil, 33 anos
162 textos (4954 leituras)
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Á alma é barata