Fênix

 

 

Ninguém na janela

Nenhum ruído,

Nada...

Um vazio silencioso.

Imperceptível...

Ninguém para ouvir.

Nem para tornar-se colo.

Nada mais que a ânsia

Medo...  Solidão.

Nenhuma Rosa,

Ninguém a afagar seus cabelos,

Enxugar lágrimas

Aliviar as perdas,

Silenciar a dor.

Passam horas... Dias...

Tempo implacável.

Ninguém vê, ouve ou consola.

Convive consigo.

Levanta os olhos.

Enxuga o pranto.

Renasce!

 

 

 

 

Wanderlúcia Welerson Sott
Enviado por Wanderlúcia Welerson Sott em 25/08/2008
Reeditado em 25/08/2008
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