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Pagando Por Nossos Erros.

Essa delícia de ar fresquinho,
que sinto agora tomar meu ser,
É a mãe natureza  fingindo
que ainda podemos merecer.

Mas nem sempre é assim,
pois o homem estraga tudo.
A chuva que caiu em mim
era escura e fiquei sujo.

Tanta fuligem mandada,
pelo homem para o céu,
resultou na chuva braba
que caiu em nós ao léu.

Bem feito pra quem queimou
florestas, lixo e matagais.
Se nem as nuvens poupou,
pagam por isso e algo mais.

Micro-organismos e outros animais,
que morreram durante os incêndios,
e a fumaça que é lançada demais,
das fábricas sem filtro, os venenos.

Ontem eu vi o Sol nascendo rosado
Juro que deu pra vê-lo a olho nu.
E o tom da lua amarelado,
anunciando um extenso menu.

Um menu de coisas ruins
que ameaçam nosso futuro.
Se o homem continuar assim
Nós estaremos em apuros.




Nilma Rosa Lima
Enviado por Nilma Rosa Lima em 21/08/2019
Reeditado em 26/08/2019
Código do texto: T6725404
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre a autora
Nilma Rosa Lima
Ibiraçu - Espírito Santo - Brasil, 54 anos
280 textos (12292 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 19/10/19 03:58)
Nilma Rosa Lima